Anterioridade Digital · Hash · Blockchain · Evidência

Documente hoje o que você criou.

Registre uma prova digital de que determinado arquivo existia em uma data e hora, preservando sua integridade por meio de hash e ancoragem em blockchain. A DMARK organiza os dados, vincula a solicitação ao depositante e entrega um conjunto de evidências verificáveis para apoiar a documentação da criação, do projeto ou de suas versões.

O serviço pode complementar estratégias de Direito Autoral, contratos, registros oficiais, repositórios, atas notariais e outros meios de prova.

O arquivo integral não deve ser publicado na blockchain. A rede recebe apenas sua impressão digital criptográfica e os metadados estritamente necessários.

Registro temporalHash verificávelArquivo sob controleCertificado digital
Análise inicial

Envie as informações iniciais. Nossa equipe orientará sobre categoria, arquivo, identidade do depositante e as etapas do registro.

Aviso: não anexe o arquivo integral, dados pessoais sensíveis, senhas, credenciais ou chaves privadas neste formulário. A geração do hash é feita em etapa posterior, em ambiente controlado.

Seus dados serão tratados conforme nossa Política de Privacidade.

Sem publicar a obra

Apenas o hash e os dados necessários são ancorados, conforme a arquitetura adotada.

Verificação independente

O arquivo pode ser comparado futuramente com o hash registrado.

Histórico de versões

Novos marcos do projeto podem receber registros próprios.

Estratégia complementar

A prova digital pode atuar ao lado de registros oficiais e contratos.

Prova digital de anterioridade

Textos, projetos, artes, códigos, fotografias, músicas, apresentações e documentos podem mudar rapidamente. Quando não existe uma documentação organizada, torna-se mais difícil demonstrar qual versão existia, em que momento e sob controle de quem.

O Registro de Anterioridade na Blockchain cria uma referência verificável para um arquivo específico. O processo gera um hash, registra essa impressão digital em uma rede blockchain e emite um certificado com os elementos necessários para futura validação.

A blockchain não guarda a sua obra. Ela guarda uma referência criptográfica capaz de identificá-la.
Existência em determinado momento

No contexto deste serviço, anterioridade significa documentar que um arquivo, identificado por determinada impressão digital, existia — no máximo — no momento em que o hash foi registrado.

Conflito sobre autoria
Divergência entre sócios
Relação com prestadores
Saída de desenvolvedor
Negociação com investidor
Licenciamento
Apresentação para cliente
Publicação futura
Comprovação de versão
Disputa sobre cópia
Auditoria e due diligence
Organização de portfólio
Aviso
Uma data anterior não transforma automaticamente o depositante em autor ou titular. Autoria e titularidade também dependem de criação humana, contratos, relações de trabalho, cessões e demais elementos do caso.
Impressão digital do arquivo

O hash é uma sequência produzida por uma função criptográfica a partir do conteúdo de um arquivo. Mesmo uma pequena alteração tende a gerar uma sequência diferente. Isso permite comparar futuramente um arquivo com o hash registrado e verificar se ele corresponde ao conteúdo utilizado no momento da certificação.

  1. 01

    Arquivo

    O cliente seleciona o arquivo ou pacote que deseja documentar.

  2. 02

    Hash

    O sistema gera a impressão digital criptográfica.

  3. 03

    Blockchain

    O hash é vinculado a uma transação e a uma referência temporal.

  4. 04

    Certificado

    A DMARK entrega o relatório com os dados de verificação.

  5. 05

    Validação

    No futuro, o mesmo arquivo pode gerar novamente o hash e ser comparado.

Importante

Hash não é criptografia do conteúdo nem cópia da obra.

O hash não permite, por si só, reconstruir um arquivo complexo. Porém, dados previsíveis ou muito pequenos podem exigir medidas adicionais de segurança. Nunca publicar dados pessoais, segredos ou conteúdo integral em blockchain pública.

Registro distribuído

Uma blockchain organiza transações em uma sequência cronológica protegida por mecanismos criptográficos e de consenso. Depois que o hash é confirmado, a transação pode ser consultada e comparada com os dados do certificado.

Rede utilizada
Descentralização
Segurança e permanência
Identificador da transação
Número do bloco
Data e hora
Algoritmo de hash
Método de identidade
Arquitetura do serviço
Verificação independente
Preservação do arquivo
A força da evidência não está apenas em “usar blockchain”. Está na qualidade de todo o procedimento.
Criações e arquivos digitais

Textos e livros

Manuscritos, artigos, roteiros, métodos escritos, materiais didáticos e versões editoriais.

Artes e ilustrações

Desenhos, identidades visuais, personagens, artes digitais, estampas e projetos gráficos.

Fotografias

Arquivos originais, seleções, ensaios e versões tratadas.

Músicas e áudios

Composições, letras, partituras, demos e gravações.

Vídeos e audiovisual

Roteiros, storyboards, cortes, animações e arquivos finais.

Software

Código-fonte empacotado, documentação, versões, arquitetura e módulos. O código integral permanece fora da blockchain.

Projetos

Arquitetura, engenharia, produto, design, pesquisa, apresentações e relatórios.

Negócios e inovação

Planos, protótipos documentados, conceitos, especificações e apresentações para investidores.

Documentos corporativos

Políticas, manuais, propostas, procedimentos e versões de documentos.

Bases e conjuntos de dados

Pacotes ou snapshots, respeitando LGPD, contratos e direitos de terceiros.

Websites e campanhas

Conteúdo, layout, textos, peças e versões de lançamento.

Contratos e declarações

Documentação de versões — sem substituir assinatura eletrônica ou validade contratual.

Aviso
O depósito de um arquivo que contém conteúdo de terceiros não transfere direitos e não legitima uso não autorizado.
Privacidade por arquitetura

Não enviar diretamente à blockchain
  • Dados pessoais e sensíveis
  • Senhas e credenciais
  • Chaves privadas
  • Números completos de documentos
  • Segredos industriais e fórmulas
  • Bases de clientes
  • Informações médicas
  • Contratos confidenciais integrais
  • Documentos de menores
  • Conteúdo ilícito
  • Material de terceiros sem autorização
Arquitetura recomendada
  • Arquivo fora da blockchain
  • Hash calculado em ambiente controlado
  • Metadados mínimos
  • Certificado separado
  • Armazenamento privado opcional
  • Política de retenção
  • Acesso controlado
Prova complementar

No Brasil e nos países vinculados à Convenção de Berna, a proteção autoral não depende, em regra, de registro formal. O registro oficial é facultativo em diversas situações e pode oferecer uma prova institucional importante.

A certificação em blockchain surge como mecanismo tecnológico de documentação, especialmente útil para arquivos digitais, versões sucessivas, projetos em andamento, portfólios e para a verificação independente antes de uma divulgação.

Posicionamento correto: o Registro de Anterioridade na Blockchain pode ser uma alternativa prática para produzir evidência de existência e integridade. Ele não é um registro oficial de Direito Autoral e não confere reconhecimento internacional automático.

Blockchain pode documentar a obra. Não cria, sozinha, o Direito Autoral.
Estratégia probatória

Blockchain

Pode ser adequada para:

  • Comprovação rápida de versão
  • Registro de arquivo digital
  • Documentação de processo criativo
  • Histórico contínuo
  • Material em desenvolvimento
  • Provas complementares
  • Verificação por hash

Registro oficial

Pode ser recomendado para:

  • Certidão emitida por órgão competente
  • Estratégia institucional
  • Determinadas categorias de obra
  • Exigência contratual
  • Negociações específicas
  • Reforço documental
  • Jurisdições que valorizam registro formal

Uso combinado

Pode ser recomendado quando:

  • O ativo possui alto valor
  • Existem vários autores
  • Há contratos complexos
  • Ocorrerá licenciamento
  • Haverá captação
  • Existe risco de disputa
  • Há interesse internacional
Elementos verificáveis

Pode ajudar a demonstrar
  • Que um hash foi registrado
  • A data e a hora da transação
  • A rede utilizada
  • Que o arquivo atual gera o mesmo hash
  • Que o arquivo não foi alterado em relação à impressão registrada
  • Que determinada identidade realizou a solicitação, se houver verificação adequada
  • Que versões distintas receberam registros próprios
  • Que existia uma trilha documental
Não demonstra automaticamente
  • Originalidade jurídica
  • Autoria intelectual
  • Titularidade patrimonial
  • Licitude do conteúdo
  • Veracidade do conteúdo
  • Ausência de plágio
  • Inexistência de obra anterior
  • Validade de um contrato
  • Ocorrência de infração
  • Direito exclusivo em qualquer território
Quem registrou também importa

A blockchain registra a transação, mas a relação entre a transação e uma pessoa ou empresa precisa ser documentada por outros mecanismos. Para fortalecer o conjunto de evidências, o serviço pode incluir:

  • Cadastro verificado
  • E-mail e telefone confirmados
  • CPF ou CNPJ validado em ambiente seguro
  • Assinatura eletrônica
  • Certificado digital, quando aplicável
  • Procuração
  • Declaração do depositante
  • Trilha de auditoria

CPF, CNPJ ou documento pessoal não devem ser publicados na blockchain.

A data identifica o momento. A verificação de identidade ajuda a identificar quem realizou o ato.

Do arquivo ao certificado

01Identidade do solicitante
02Data e hora do envio (UTC)
03Nome e tamanho do arquivo
04Tipo MIME
05Algoritmo utilizado
06Hash gerado
07Ambiente de processamento
08Transação e rede
09Número do bloco
10Confirmações
11Certificado
12Arquivo preservado
13Futuras verificações
Pacote de evidências

Conteúdo do certificado
  • Número do registro
  • Título e categoria
  • Depositante e titular declarado
  • Autores declarados, quando aplicável
  • Data e hora em UTC e local
  • Nome, tamanho e formato do arquivo
  • Algoritmo de hash e hash completo
  • Rede blockchain e transaction ID
  • Número do bloco e confirmações
  • URL do explorador e QR Code
  • URL de verificação DMARK
  • Método de identidade
  • Declaração de escopo e limitações
Arquivos entregues
  • Certificado em PDF
  • Arquivo JSON de verificação
  • Comprovante da transação
  • Instruções de preservação
  • Relatório de cadeia de custódia
  • Comprovante de identidade vinculado, quando aplicável

O certificado não é oficial nem governamental.

Sem o arquivo, a verificação fica limitada

Para comprovar a correspondência no futuro, é necessário apresentar o arquivo que gera o mesmo hash. Preserve o original, guarde cópia redundante e mantenha o certificado, o JSON e a transação juntos.

Estrutura sugerida
/evidencias /2026-07-15 obra-v1.ext certificado.pdf evidence.json transaction.txt instrucoes.pdf
A criação evolui

  1. V1
    Conceito documentado
  2. V2
    Protótipo
  3. V3
    Versão apresentada
  4. V4
    Versão final
  5. V5
    Atualização relevante

O certificado deve indicar relação com registros anteriores, sem apagar o histórico.

Evidência eletrônica

O processo civil brasileiro admite meios legais e moralmente legítimos de prova e reconhece a utilização de documentos eletrônicos, observada a verificação de autenticidade.

A legislação brasileira também admite outros meios de comprovação de autoria e integridade de documentos eletrônicos, além da infraestrutura ICP-Brasil, conforme as condições legais. Assim, um registro em blockchain pode ser apresentado como elemento de prova, especialmente quando acompanhado por arquivo, hash, transação, certificado, identificação, logs, relatório técnico e cadeia de custódia.

Aviso
Não existe regra brasileira segundo a qual qualquer registro em blockchain será automaticamente aceito como prova plena. O juiz ou a autoridade avalia admissibilidade, autenticidade, integridade, contexto e força probatória em cada caso.
Cenário internacional

A aceitação não é uniforme e não deve ser apresentada como “validade mundial”.

União Europeia

O regulamento europeu eIDAS, atualizado pelo Regulamento (UE) 2024/1183, passou a tratar de electronic ledgers. A norma estabelece que um ledger eletrônico não pode ter efeito jurídico ou admissibilidade negados apenas por ser eletrônico ou por não ser qualificado. Registros em ledger eletrônico qualificado possuem presunções específicas de ordenação cronológica e integridade.

Uma transação em blockchain pública não é automaticamente um qualified electronic ledger europeu — essa categoria depende dos requisitos e prestadores qualificados previstos no regulamento.

Vermont — Estados Unidos

A legislação do Estado de Vermont (12 V.S.A. § 1913) prevê regras específicas para registros em blockchain acompanhados de declaração adequada de pessoa qualificada. A norma estabelece presunções relativas à autenticidade, data, hora e identidade associada ao registro, mas esclarece que essas presunções não alcançam a veracidade, a validade ou o status jurídico do conteúdo subjacente.

Reconhecimento de evidência eletrônica não é o mesmo que reconhecimento de Direito Autoral.
Processo orientado

  1. Etapa 01
    Escolha da categoria
  2. Etapa 02
    Cadastro do depositante
  3. Etapa 03
    Verificação de identidade
  4. Etapa 04
    Declarações
  5. Etapa 05
    Preparação do arquivo
  6. Etapa 06
    Geração do hash
  7. Etapa 07
    Ancoragem em blockchain
  8. Etapa 08
    Confirmação
  9. Etapa 09
    Emissão do certificado
  10. Etapa 10
    Preservação
  11. Etapa 11
    Verificação pública
  12. Etapa 12
    Registro de versões
Verificação pública

A página de verificação permite consultar um certificado emitido, comparar o hash com a transação registrada e confirmar se um arquivo atual corresponde à impressão digital do momento da emissão.

A verificação confirma correspondência técnica. Não confirma autoria, titularidade, originalidade ou licitude.

  • Número do certificado
  • Hash
  • QR Code
  • Upload local para cálculo (sem retenção)
  • Transaction ID
Tecnologia com estratégia de PI

Experiência desde 1986

A tecnologia é integrada à experiência em Propriedade Intelectual.

Análise do objetivo

A equipe identifica quando usar blockchain, registro oficial ou combinação.

Identidade vinculada

O ato pode ser associado a uma pessoa ou empresa de forma documentada.

Pacote de evidências

O cliente recebe elementos para verificação, e não apenas uma imagem.

Versões organizadas

Projetos podem manter uma linha do tempo estruturada.

Confidencialidade

O conteúdo integral não precisa ser publicado na rede.

Verificação

Certificados podem ser consultados e comparados com arquivos.

Proteções complementares

Direito Autoral, software, marca, patente, Desenho Industrial e contratos.

A blockchain é a infraestrutura. A estratégia é o que torna a prova mais útil.
Perguntas comuns antes de contratar

A blockchain prova que eu sou o autor?

Não isoladamente. Ela ajuda a demonstrar que determinado arquivo foi vinculado a um registro em certa data. A autoria deve ser sustentada por identidade, processo criativo, contratos e outras evidências.

Isso substitui a Biblioteca Nacional ou outros órgãos?

Não em todos os casos. É uma alternativa tecnológica de prova. O registro oficial pode ser recomendado conforme a obra e o objetivo.

Meu arquivo ficará público?

A arquitetura recomendada registra somente o hash. O arquivo permanece sob controle do cliente ou em custódia privada contratada.

Alguém consegue reconstruir meu arquivo pelo hash?

Um hash de arquivo complexo não funciona como cópia reversível. Ainda assim, dados pequenos e previsíveis exigem cuidado.

Posso registrar uma ideia?

É possível documentar um arquivo que descreva uma ideia desenvolvida. Isso não concede exclusividade sobre uma ideia abstrata.

Vale em qualquer país?

Não existe validade probatória automática e uniforme. A prova será avaliada conforme a lei e o caso.

Dúvidas frequentes

Documente o arquivo, preserve a integridade e construa uma linha do tempo verificável para sua criação.

Criação documentada

Registre uma referência temporal, preserve a versão e organize os elementos necessários para demonstrar a existência da sua criação.

Hash Data e hora Blockchain Certificado Verificação